
Eis-me aqui ! No silêncio da mente
Vã, despida de sensatez
Aninhada na inocência
Pura... Suave embriaguez
Onde se esconde a sanidade.
Roça-me brandamente a pele
A passos pequeníssimos o vento quente
Relegado ! "Eu" de corpo ausente
Outrora despida, sapeca...
Cá ! Entrementes em sonhos mortos
Ouve-me, Ó Deus transparente !
Razão da qual oculta-me o espírito
Pábulo da própria vida
Ouve-me, Ó Deus transparente !
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