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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Expurgando os demônios!







Da felicidade até uma certa tristeza
Dependendo sempre ou quase sempre
De atitudes, pensamentos, tão grande pode ser a paz
Pra algumas pessoas tanto faz.

A miséria intelectual transformando o mundo
Pessoas, insetos, animais e vegetais
Pedaços de pau, galhos, armas e pedras
Todos inanimados fazendo a guerra.

Tantas etnias desenfreadas
Homens julgando serem semideuses
Pai e filho juntos não sabem de nada
No funeral, sobre o esquife, descansa suas mãos entrelaçadas

Vive um soldado em cada um de nós
Alguns com seus demônios ouvem músicas
Em outros seus poros cheiram a sangue
De suas bocas escorrem o gosto langue.

Nascemos, vivemos e morremos
Conosco estão os gênios bons e também os maus
A caminhada preside no destino de toda casta
Que deveria ser alegre e não nefasta.

O planeta Terra sofre neste momento
Expurgando todas as atitudes maléficas
Políticos, bandidos e tudo que não presta
Vão ser expulso dessa festa.

A casa se regenerando em uma nova era
Nos campos, flores, e todo tipo de planta
Os pássaros livres voejando a cantar
E a humanidade livre aprendendo se respeitar.

Um novo jardim se espera
Sem dogmas, religiões e culpas
Todos livres de conceitos e preconceitos
Renascidos do mesmo preito.


Demência!








Vida, dor, e demência
Decomposição, destino, e ausência
No meio da noite, anjos e demônios
Confabulam sobre o nosso destino

Todos, tolos e idiotas
Inconscientes, escondidos em nuvens
Tontos por drogas ou coisas afins
Mentes atomizadas-Enfim

Eu acredito em mim, sem deus e Zeus
Demonetizar suas e minhas culpas
E as crenças, eu me arrisco
Sou analítica e também temerosa

Não me reconheço no passado
Converso comigo sempre no presente
E sei que o futuro não existe
É um eterno mentiroso ausente

Arremesso-me em intervalos, sumo
No tempo, nas horas e na insanidade
Eu sou um cálculo e uma equação
Penso se existo e sempre duvido!



Luiza Lozada

Meu violão, meu amigo!









Meu violão, meu amigo
meu consolo pra solidão
que dedilhando
em suas macias cordas
digo o amor que sinto
o desamor que vivo
num único tom

Meu violão, meu amigo
ele partiu, me fingiu amor
choro hoje de tanta dor
e tu violão, por ser meu amigo
me acompanha nesta melodia triste
que meu coração poeta
já transportou em tortas linhas
que meu único amor
me deixou