Vida, dor, e
demência
Decomposição,
destino, e ausência
No meio da noite,
anjos e demônios
Confabulam sobre o
nosso destino
Todos, tolos e
idiotas
Inconscientes,
escondidos em nuvens
Tontos por drogas ou
coisas afins
Mentes
atomizadas-Enfim
Eu acredito em mim,
sem deus e Zeus
Demonetizar suas e
minhas culpas
E as crenças, eu me
arrisco
Sou analítica e
também temerosa
Não me reconheço
no passado
Converso comigo
sempre no presente
E sei que o futuro
não existe
É um eterno
mentiroso ausente
Arremesso-me em
intervalos, sumo
No tempo, nas horas
e na insanidade
Eu sou um cálculo e
uma equação
Penso se existo e
sempre duvido!
Luiza Lozada

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