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sábado, 28 de julho de 2018

Canhenho!





Eu, você e o meu canhenho!
O que me resta?
Eu sem você no meu divã
Segregada no Recamier

Estou só
Hoje infeliz por não ter você
Sinto-me tão pequenina,
Tão frágil e menina

Fico imaginando você
Onde estás e com quem?
Eu sozinha
E mais ninguém…

Queria-te
Quero-te
Fico parada no tempo
Esperando que a hora passe
Mas…o dia é tão lento.

Nossas horas juntos são poucas
E o pouco tempo que temos,
Deixa-me louca
Usando-me como isca, torturando-me
Como de costume e sempre

Já não sei mais o que digo
Se não estás comigo
Sinto-me perdida em pensamentos
E meu coração triste a reclamar

Hoje só
Amanhã somente só
Depois…sempre só
Porque nunca sei onde estás…

Um comentário:

Luiza Lozada disse...

Esse texto foi escrito nas minhas primeiras resenhas ainda adolescente. Sempre gostei de escrever. Faz parte de uma dezenas dessa época. Infantil, compatível com a minha idade.