Quando o amor vem
Não percebemos o cupido
E quem não gosta?
De ser amado e desejado
O amor acorda o poeta adormecido
E no manuscrito
O amor já foi dito
Ah! Estou com saudades
Mas preciso ir embora, agora
Contrair dívidas para meu coração
E agora sou o meu próprio analista
Preciso escrever e chorar esse amor
Numa folha de papel
A música é meu passaporte
Meu lápis companheiro de viagem
Meu coração é pista de aterrissagem
Que aguarda o teu breve pouso...
Ah! Se leres esses versos
São para ti um bilhete de viagem
De um poeta que reflete na imagem
O bardo do lado de cá
Que procura e vasculha do lado de lá
Na busca de sensibilizar o seu amor
Para que venha ao meu encontro
Pois, há muito te espera

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