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sexta-feira, 10 de março de 2017

Ao leitor!



 

Essa é minha verdade, uma obra literária, se é que posso chamá-la assim, uma obra talvez difusa com o tempo, composta por fatos presentes e fictícios.

Alguns amigos ou conhecidos poderão ler e achar ótimo, talvez eu possa viajar para divulgá-la, quem sabe? Mas não se esqueça que esta é apenas a minha veracidade.

Escrever, para mim, é fazer psicanálise sem hora marcada. Sou o meu próprio divã e dei a minha mão direita em conúbio a várias canetas e lápis, que geraram esses filhos, que são os meus manuscritos. Por alguns tenho preferência, por outros, às vezes acho que não vejo sentido, ou pelo menos não os apercebo em sua profundidade.

Penso que Deus criou o mundo e tudo que pertence a Ele tem objetivo de ficar imortalizado. Percebo esta imortalização nas flores, nos mares, nos minerais e em tudo mais.

Mas no ser humano esta imortalização me parece nimiamente extensa, isto é, acredito que enquanto a casta humana não se imortalizar, temos que morrer e nascer diversas vezes até deixar algo de bom e altruísta para o mundo.

Prefiro ver o mundo de forma visionária e utopista. Achar que posso sensibilizar com meus escritos muitas pessoas ou quem sabe depois de alguns séculos findos alguém se enamore por um livro ou um texto que tenha perdurado no tempo transcorrido e nele ler visivelmente o nome da autora:



Luiza Lozada.



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